Ex prefeita de Peruíbe, Julieta Omuro (PPS), está na UTI. Caaaalma! É a candidatura dela.

É A CANDIDATURA DELA QUE ESTÁ NA UTI

JULIETA OMURO, ESTÁ CONFIANTE QUE SAIRÁ CANDIDATA A VICE OU A PREFEITA DE PERUÍBE.

A morte da sua carreira política será dada como certa no dia 02 de Maio de 2012 quando, na sessão da Câmara, serão votadas as contas da ex prefeita de Peruíbe.

O BOCA DE RUA estará presente no enterro de uma pré-candidata que já nasceu sem vida, tanto é que o povo a repudiou nas eleições passadas.

O BOCA só tem receio que os vereadores, num ato de traição ao povo de Peruíbe, aprovem as contas desta pretensa candidata, a exemplo do que fizeram num ato imoral, segundo o Ministro do Superior Tribunal Eleitoral, Joaquim Barbosa, que disse ser imoral quando os vereadores aprovaram as contas de Gilson Bargieri, sendo que as mesmas haviam sido reprovadas pelos mesmos vereadores.

Esperamos que esse ato abominável não se repita, por isso a importância da atenção de toda a população, teremos que estar atentos às manobras rasteiras como foram a de 2008, para que não se repita.

Em Setembro de 2011, o BOCA DE RUA divulgou a matéria dessa possível candidata a prefeita ou a vice de qualquer candidato a prefeito, ela quer, por que quer voltar, mas ela teve chance de mostrar um bom trabalho quando o Preto faleceu e ela assumiu o lugar dele, por dois anos, dois anos, é um bom tempo para, que se ela quisesse ter mostrado um excelente trabalho, a exemplo do Kassab que assumiu a prefeitura, no lugar do Serra e mostrou um trabalho razoável foi reeleito, pois o povo já está cansado dessas figurinhas desgastantes, dessas figurinhas marcadas.

Agora o Kassab, não foi experto, e o povo está odiando o segundo mandato dele, não querem mais ele nem como chefe de cozinha da casa dele, é assim, o povo põe o povo tira.

Referente a essa ex prefeita ela não pode mais ser candidata a nada, pois está impugnada, ela interpôs recurso e foi negado, veja o que aconteceu:

“Pré-Candidata a Prefeita de Peruíbe, que não pode ser candidata, sofre mais uma derrota na Justiça!!!!”

VEJA O TEOR DO ACÓRDÃO

O teor do voto é claro e direto: “Ressalve-se que os presentes embargos tangenciam a litigância de má-fé e revelam-se meramente protelatórios, vez que o acórdão embargado não padece de omissões, obscuridades ou contradições.”

E segue: “A decisão ora recorrida é clara e expressa ao mencionar que a sentença foi julgada parcialmente procedente, enquanto os apelos interpostos foram efetivamente e irremediavelmente providos, razão pela qual as rés, MUNICIPALIDADE DE PERUÍBE e JULIETA FUJINAMI OMURO, deverão arcar com as verbas sucumbenciais”.

TRIBUNAL DE JUSTIÇA PODER JUDICIÁRIO São Paulo

Registro: 2011.0000162711

ACÓRDÃO

Vistos, relatados e discutidos estes autos de Embargos de Declaração nº 0002872-82.2007.8.26.0441/50000, da Comarca de Peruíbe, em que é embargante PREFEITURA MUNICIPAL DE PERUÍBE sendo embargado FAZENDA DO ESTADO DE SÃO PAULO. ACORDAM, em Câmara Reservada ao Meio Ambiente do Tribunal de Justiça de São Paulo, proferir a seguinte decisão:

“Rejeitaram os embargos. V. U.”, de conformidade com o voto do Relator, que integra este acórdão.

O julgamento teve a participação dos Exmos. Desembargadores ZÉLIA MARIA ANTUNES ALVES (Presidente) e EDUARDO BRAGA.

São Paulo, 25 de agosto de 2011.

Renato Nalini RELATOR

PODER JUDICIÁRIO

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO SEÇÃO DE DIREITO PÚBLICO CÂMARA RESERVADA AO MEIO AMBIENTE EMBARGOS DE DECLARAÇÃO Nº 0002872-82.2007.8.26.0441/50000 -

PERUÍBE – VOTO Nº 19.184

EMBARGOS DE DECLARAÇÃO Nº 0002872- 82.2007.8.26.0441/50000 PERUÍBE

Embargante: PREFEITURA MUNICIPAL DE PERUÍBE
Embargada: FAZENDA DO ESTADO DE SÃO PAULO

EMBARGOS DE DECLARAÇÃO OMISSÃO E CONTRADIÇÃO INOCORRÊNCIA NÍTIDO SABOR INFRINGENTE INTERPOSIÇÃO DE RECURSO PROTELATÓRIO QUE TANGENCIA A LITIGÂNCIA DE MÁ-FÉ EMBARGOS REJEITADOS

Vistos etc.

Embarga de declaração a PREFEITURA MUNICIPAL DE PERUÍBE para sustentar, em suas razões,1 existência de omissão quanto ao fato de competir ao empreendedor do loteamento a alegada vulneração ao Princípio da Autonomia Administrativa, insculpido nos artigos 1º, 18, 25 a 33, 35, da Constituição Federal. Aponta, ainda, ter havido contradição do julgado entre a fundamentação e a parte dispositiva.

Diante desses pontos, pugna pela reforma do Acórdão,2 e pelo prequestionamento da questão.

É uma síntese do necessário.

O acórdão é de meridiana clareza e tratou de todos os temas invocados pela embargante.

A obscuridade, contradição ou omissão devem existir no próprio texto embargado e, não, no cotejo deste 1 Embargos de Declaração às fls. 203/206 dos autos 2 Acórdão às fls. 196/200 dos autos
com o entendimento da embargante acerca da correta aplicação de dispositivo normativo.

Decisão judicial não é resposta a cada argumento oferecido pela parte para consubstanciar suas razões. Presente um motivo suficiente para decidir a demanda e fundamentada a decisão, está integralizada a prestação jurisdicional. O juiz ou órgão colegiado não precisa esgotar toda a argumentação trazida pelos demandantes para solucionar a lide.

Equivoca-se a embargante ao apontar contradição do Acórdão entre a fundamentação e a parte dispositiva. E nem constitui omissão a falta de indicação dos dispositivos em que se assentou o julgamento, mas a falta de apreciação de algum ponto sobre o qual deveria o julgado se pronunciar. Esta a lição do mestre JOSÉ FREDERICO MARQUES, in “MANUAL DE DIREITO PROCESSUAL CIVIL”, edição Saraiva, 1975, vol. 3/161.

Em verdade, o julgado combatido elucidou todas as questões levantadas e explicitou os comandos normativos pertinentes à fundamentação.

Está a MUNICIPALIDADE DE PERUÍBE a discutir a justiça da decisão, motivo porque inadmissível o manejo de Embargos Declaratórios.

Ressalve-se que os presentes embargos tangenciam a litigância de má-fé e revelam-se meramente protelatórios, vez que o acórdão embargado não padece das omissões e da contradição apontadas.

Por estes fundamentos, são rejeitados os presentes Embargos.

RENATO NALINI Relator (assinado eletronicamente)

Para muitos “analistas locais” o lançamento da candidatura se deu apenas para “negociar apoios”…

Viu que quis esquentar a possibilidade dela ser novamente candidata a prefeita e depois a vice prefeita, mas agora esfriou de vez, há rumores, não sabemos até onde é verdadeiro, que o esposo dela, ex vereador e ex prefeito, Mario Omuro, estaria fazendo negociações com o Gilson Bargieri.

É um troca, troca que ninguém entende mais nada, ninguém quer largar a tetona gorda da cidade a cada dia que passa vai ficando mais evidente o desespero das viúvas do poder.

EM BREVE ESTAREMOS

COM O JORNAL BOCA DE RUA, AGUARDEM!!!

POSTADO PELA EQUIPE DO BOCA DE RUA

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