Fraude nas Urnas Eletrônicas – Verdade seja dita, sempre, doa a quem doer.

Só no Brasil se usa esta porcaria. Só no Brasil a mídia certinha e manipulada encobre este golpe.

O dep. fed. Fernando Chiarelli, em discurso no pequeno expediente da Câmara dos Deputados de 02/12/2010, apresentou alguns lacres intactos de urnas eletrônicas que recebeu de terceiros como mostra do que se pode comprar por aí.

Depois de seu discurso, o deputado completou a informação relatando que chegou aos “vendedores” de lacres das urnas em menos de um mês, depois que começou a denunciar em plenário a falta de confiabilidade das urnas eletrônicas.

Disse, ainda, que os lacres são oferecidos com ou sem assinatura dos juízes, a preços diferenciados. Disse também que passou todas essas informações a agentes da Polícia Federal que o tinha procurado anteriormente.

Os lacres assinados pelos juízes e MP deveriam ser destruídos quando não usados, segundo resolução do TSE.

Assim, a existência desse mercado de venda de lacres das urnas, inclusive assinados, revela que a fraude eleitoral “eletrônica”, pelo menos em parte, nasce dentro dos cartórios eleitorais, exatamente como ocorria com as fraudes “manuais” que ocorriam antes da chegada das urnas eletrônicas.

Fonte: Eng. Amilcar Brunazo Filho
membro do Comitê Multidisciplinar Independente – CMind

Existem muitos relatos nestas eleições de candidatos que não receberam um único voto (família não vota??), de erros na urna no momento de confirmar o voto – ao invés da foto do candidato escolhido, aparecer a foto do Genoíno, e de resultados absurdos, como por exemplo o filho do Eli Correia que sabidamente tem um fã clube enorme e não foi eleito.

POSTADO PELA EQUIPE DO BOCA DE RUA

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Uma resposta a Fraude nas Urnas Eletrônicas – Verdade seja dita, sempre, doa a quem doer.

  1. Aparício Fernando disse:

    Em Saquarema-RJ aconteceu um fato muito estranho. Antes das eleições de 2012 era só andar pelas ruas e perguntar em quem o eleitor iria votar que a resposta era unânime: Pedro Ricardo, candidato da oposição. Pois bem, o rapaz perdeu em todas, eu disse todas as 173 urnas da cidade. Perdeu e perdeu de muito. O mais estranho é que hoje, dois meses após as eleições, você vai às ruas e os eleitores continuam unânimes em dizer que votaram em Pedro Ricardo. Seria muito mais cômodo para o eleitor dizer que votou na candidata vitoriosa. Mas não, o eleitor bate o pé afirmando que votou no outro. Curiosamente, é difícil encontrar alguém que confirme que votou na candidata vencedora, que coincidentemente é a esposa do deputado estadual Paulo Melo, presidente da ALERJ. Existem vários relatos da internet e inclusive vídeos no YOUTUBE atestando a vulnerabilidade das urnas eleitorais. Está lá pra quem quiser assistir. Esse triunvirato: Sérgio Cabral, Luiz Zveiter e Paulo Melo atenta contra a democracia. Todos os poderes encontram-se de um lado só da balança, prejudicando a alternância do poder, principal filosofia democrática. O fato é que não adianta espernear, pois o TSE, por mais que existam evidências que comprovem, jamais irá admitir fraudes em suas ‘caixas pretas’. O ideal seria que a urna eletrônica emitisse, também, um cupom onde mostrasse em quem o eleitor votou. E que esse cupom fosse colocado numa urna tradicional ao lado dos mesários, para fins de comprovação posterior. Uma coisa é certa: nenhum outro país no mundo, depois de examinar, quis comprar nosso ‘avançadíssimo, rápido e moderno’ método de escrutínio, nem o Paraguai.

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