Tamer Junior, Rafael, Eduardo Teles, Laila e Loro teriam sido beneficiados por pessoas que recebem Bolsa Família? Veja isso:

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O BOCA DE RUA recebeu essa denúncia com essas provas acostadas à ela, em virtude de já ter havido representação no Ministério Público referente a essa, eventual, modalidade de recursos de campanha o BOCA resolveu apenas publicar a matéria como informação para a população.

Quero deixar bem claro, nítido e cristalino que não tenho desafeto algum por esses futuros vereadores, alguns eleitos outros reeleitos, tampouco, por quem quer que seja, apenas e tão somente, que a atitude desses cidadãos, enquanto candidato a vereadores, LEGISLADOR é que foi repudiável, caso fique provado que receberam doação desses beneficiários de BOLSA FAMÍLIA, senão vejamos quais os erros que jamais eles poderiam ter cometido:

Vamos tomar como exemplo o futuro vereador Tamer Junior, que está em evidência nesse cenário. O apoiador desse candidato, pediu votos, em época que não estava, ainda, liberada pela Lei Eleitoral.

Em segundo momento, teria doado uma cadeira de rodas para uma pessoa necessitada, eventualmente e supostamente, se aproveitando do estado debilitado da pessoa para poder se beneficiar com votos, seria o tal, toma lá, dá cá, ou seja, eu lhe dou a cadeira em contrapartida vocês votem em mim, se ficar mesmo comprovado que realmente houve essa transação ilegal, terá que ser punido com o rigor da Lei.

CAPTAÇÃO ILÍCITA DE SUFRÁGIO ( COMPRA DE VOTOS)

A famosa compra de votos, espécie do gênero abuso do poder econômico, está prevista no art. 41-A da Lei nº 9.504/1997 e busca reprimir

[...] doação, oferecimento, promessa, ou entrega, ao eleitor, pelo candidato, com o fim de obter-lhe o voto, bem ou vantagem pessoal de qualquer natureza, inclusive emprego ou função pública, desde o registro da candidatura até o dia da eleição, inclusive, sob pena de multa de mil a cinquenta mil Ufirs, e cassação do registro ou do diploma.

Isso quem está dizendo não é o BOCA DE RUA e sim a Lei 9.504/1997 em seu artigo 41-A o BOCA DE RUA é apenas um instrumento uma ponte entre o candidato e a Justiça, candidato esse, que eventualmente tenha sido prejudicado e por conta disso efetuou a denúncia.

TODOS OS CANAIS TELEVISIVOS ESTÃO DIVULGANDO ESSA NOVA MODALIDADE, SUPOSTAMENTE ILEGAL, DE FINANCIAMENTO DE CAMPANHA, VEJA:

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Indícios de irregularidades em doações de campanha ultrapassam R$ 1 bilhão (atualizada) por Suzana Liz | 18 out, 2016 | Notícia em destaque.( FONTE Os eleitoralistas e TSE )

O sexto batimento de informações do Tribunal de Contas da União (TCU) relativo às Eleições Municipais 2016, entregue ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), revela que cresceu consideravelmente o volume de possíveis irregularidades nas receitas e despesas de campanhas eleitorais. O total suspeito chega a R$ 1,041 bilhão, ou seja, quase metade do montante arrecadado por candidatos e partidos, que é de R$ 2,615 bilhões.

No início de setembro, segundo lista apresentada pelo TCU, a somatória de quantias suspeitas correspondia a cerca de R$ 116 milhões. Uma semana depois, o valor já ultrapassava R$ 275 milhões, chegando a R$ 388 milhões no dia 19 e em mais de R$ 554 milhões no final do mês. No começo de outubro, o valor superou a casa dos R$ 659 milhões.

Destaques

De acordo com o último relatório do TCU, dentre os indícios de irregularidades mais relevantes de despesas declaradas à Justiça Eleitoral, está o de uma agência de publicidade com apenas dois funcionários contratada para campanha no valor de R$ 219 mil. Em outro caso, uma empresa de produções cujo sócio é beneficiário do Bolsa Família prestou serviço no valor de R$ 3.570.000,00.

Dos indícios envolvendo doações às campanhas, está o de uma pessoa física que recebe Bolsa Família e efetuou doação no valor de R$ 75 milhões, outro doador que doou R$ 50 milhões sem ter renda compatível e o de um prefeito que doou R$ 60 milhões para o seu diretório municipal. Além disso, o número de doadores falecidos subiu para 290.

A lista do TCU aponta, ainda, que a quantidade de casos suspeitos chega a 259.968.

Parceria

As informações são resultados de um trabalho inédito de cruzamento de dados proporcionado pela parceria firmada entre o TSE e diversos órgãos públicos para fiscalizar a prestação de contas dos candidatos e coibir crimes eleitorais no período de campanha.

Ao receber o documento, o Tribunal compartilhou imediatamente o material com o Ministério Público Eleitoral (MPE). As suspeitas em torno de beneficiários do Programa Bolsa Família também foram compartilhadas com o Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário (MDS).

De acordo com a Instrução Normativa nº 18, editada pelo TSE em 16 de agosto deste ano, os indícios de irregularidades serão disponibilizados aos juízes eleitorais para apuração com prioridade, em até cinco dias a partir do conhecimento do caso.

Por se tratarem de indícios de irregularidades que ainda serão devidamente apurados, os nomes dos doadores e beneficiários e eventuais detalhamentos das informações não serão divulgados pela Justiça Eleitoral.

Essas pessoas teriam que serem sabatinadas diante do Juiz, terão que ser arroladas como testemunhas e explicar o porquê de ter efetuado essas possíveis doações.

POSTADO PELA EQUIPE DO BOCA DE RUA

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