Jovens do movimento UMESP, de Peruíbe, discutem a violência contra a mulher

BOCA DE RUA SOFRE AMEAÇA EM PERUÍBE

Como senão bastassem as agressões sofridas no EVENTO em Peruíbe, o BOCA DE RUA, agora é vítima de violência e instigação à agressões por MUNÍCIPE, numa demonstração de desrespeito e de total desprezo à figura de uma mulher ele simplesmente postou em um grupo do WhastApp que tem vontade de agredir O BOCA DE RUA e de maneira subliminar instigou aos demais componentes que tem em torno, dezenas de homens, a agredir essa jornalista.

Essa jornalista chegou, inclusive, a fazer parte desse grupo, como sendo a única mulher, por cerca de duas semanas, mas um dos integrantes a excluiu pelo fato de ter respeito pelo trabalho do BOCA DE RUA em razão das postagens de cunho pornográfico e depreciativo.

Qual não foi a surpresa dessa jornalista que ao receber, mais de uma dúzia de prints do grupo vários integrantes que, inconformados com a postagem desse munícipe as quais em tons pejorativos, desrespeitosos e depreciativos.

O BOCA DE RUA se dirigiu à Delegacia e comunicou o fato à autoridade policial Dr. Bruno Lázaro, o qual ficou estarrecido com o teor das postagens e prontamente Mandou elaborar, o Boletim de Ocorrência em face do munícipe.

A VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER É ABOMINÁVEL, ABJETA E RASTEIRA

Tolerância zero para a violência contra a mulher, contra qualquer ser humano, mas contra a mulher é desprezível quem agride uma mulher como essa jornalista foi agredida.

Mulheres de Peruíbe, independente de cor, religião, idade, filiação política e ou poder financeiro, não podemos compactuar com esse tipo de violência e machismo que está incrustado no seio de muitas famílias peruibense e brasileira, apoiar, instigar, qualquer tipo de violência, é crime.

GENTE JOVEM CABEÇA LIVRE DE PRECONCEITOS, RANÇOS DA POLÍTICA RASTEIRA, É CONTRA A VIOLÊNCIA QUE FAZEM COM A MULHER

Essa é a verdadeira base do futuro brilhante que o Brasil está tendo, temos que investir nesse alicerce nessa gente jovem linda de cabeça, linda de alma, sem o ranço das velharias de discriminação, violência e livre de qualquer preconceito que por si só já é velho de mente, temos que erradicar todo preconceito, toda violência que existe dentro desses que ainda estão arraigados na cultura obsoleta, arcaica, esses jovens me representam, eles são os faróis que ira iluminar toda a escura estrada do coronelismo.

Não me curvarei a quem quer que seja, não importa se ameaçarem ou que pratiquem chacota contra a minha pessoa continuarei a exercer o meu papel de cidadã e denunciarei como fiz por várias vezes nesse município qualquer tipo de falcatrua, corrupção, roubalheira, tráfico de influencia, praticado por quem quer que seja, não tentem CALAR O BOCA DE RUA, o BOCA DE RUA jamais ficará quieto diante de qualquer atrocidade.

Desde já quero agradecer ao Dr. Enio Pestana que prontamente ligou para essa jornalista depois que enviei alguns print da conversa para ele, tenho certeza que na condição de advogado renomado não se furtará a enviar os dados dos componentes do grupo e teores de outras conversas que por ventura tenham ocorrido com relação às agressões sofridas por essa jornalista que só quer informar a população o que ocorre na cidade, sem a máscara da mentira, sem maquiagem, a verdade nua e crua, doa a quem doer.

A AMEAÇA DO MUNICIPE CONTRA O BOCA DE RUA

O MUNÍCIPE fez aquela gracinha que não teve nada de gracinha. Se ele tem vontade de fazer o mesmo com o BOCA DE RUA, ou seja agredi-lo, então que ele vá ao meu escritório.

O PROPRIETÁRIO DO EVENTO, JAMAIS FOI, É OU SERÁ AMIGO DO BOCA DE RUA

Eu nunca soube, em sã consciência, que um amigo rouba seu aparelho de celular e te agride da maneira que eu fui agredida. Ele não é, nunca foi e nunca será meu amigo. Eu não tenho amigos covardes que batem em mulher e jornalista.

Ele pode ser amigo do raio que o parta mas meu amigo jamais! Pessoa de péssima índole não faz parte do meu rol de amigos. Sei escolher as pessoas que merecem a minha verdadeira amizade.

O VEREADOR MOHAI FOI OUTRO QUE AGREDIU O BOCA DE RUA EM UMA SESSÃO DA CÂMARA, FICOU FEIO PARA ELE.

O Mohai que pare de falar em meu nome por que ele está com três processos nas costas se ele persistir vou ingressar com outro processo por ele ser recorrente no erro. Eu nem sei que ele existe. Senhor Mohai qualquer desafeto da parte do senhor eu resolvo na Justiça.

Eu estou quieta no meu canto, nunca agredi ninguém, nunca ofendi ninguém só mostro a verdade se a verdade ofende ele que saiba lidar com ela. Quando alguém faz algum desagravo com a minha pessoa eu não retribuo com a mesma moeda eu peço socorro à Justiça.

Perguntaram quem havia enviado o print para o BOCA DE RUA?

Não tem uma pessoa somente, foram vários que me mandaram, inclusive amigos do munícipe, vários amigos dele, não parece mas eu tenho muitos amigos nesse grupo, muitos mesmos, que respeitam A MULHER não precisa ser a Claudete, basta ser mulher, não existe no planeta algum homem que não tenha nascido de uma mulher, a mãe dele é mulher, a esposa dele é mulher, a avó dele é mulher, por que desrespeitar dessa maneira a figura da mulher? Será que ele gostaria que a esposa dele ou a mãe dele ou a avó dele sofresse o que eu sofri? Será que ele tem essa capacidade de se colocar no lugar da mulher agredida? O Mohai nasceu de uma mulher, se desrespeitam uma mulher, desrespeitam toda a classe. Lamentável que um grupo como esse, com esse nome, com dezenas de homens poderia ser bem útil para a cidade, alguns homens se prestam a um papel medíocre e rasteiro desses.

O que fazer em caso de crimes cometidos pelo WhatsApp? Como proceder em caso de difamação no aplicativo

Publicado por José Milagre

O WhatsApp é um dos mais populares aplicativos no Brasil. Cresceu ao integrar o celular à comunicação via Internet, de forma gratuita. Não se justifica mais o envio de torpedos SMS pagos se é possível se comunicar com maior eficiência em uma interface gratuita. Além disso, o aplicativo permite o envio de conteúdo multimídia, áudio e vídeo e a criação de grupos. A aplicação diz ter 38 milhões de usuários no Brasil. 430 milhões de usuário no mundo.

A qualquer cidadão, com um pacote mínimo de dados, é permitido se valer dos benefícios do mensageiro. Porém, tal aplicação, hoje de responsabilidade do provedor de serviços Facebook, vem sendo utilizada como plataforma para a prática de crimes eletrônicos, nomeadamente, compartilhamento de conteúdo ofensivo, ameaçador, difamatório e envolvendo crimes de intolerância e pornografia infantil.

Graças a possibilidade de criação de grupos, usuários podem criar “grupos fechados” e adicionar somente quem desejar. Quem é adicionado não recebe um convite mas entra de imediato, devendo deixar o grupo caso não se sinta confortável. E se o grupo compartilha conteúdo ilegal? Seu nome pode ser listado como um participante, mesmo não tendo aceitado convite algum.

Diante da vingança pornô, ou da cópia indevida de fotos e vídeos íntimos, privados ou de cunho sexual envolvendo uma pessoa, era comum a criação de blogs anônimos, perfis ou páginas em redes sociais divulgando o conteúdo que “caiu na rede”. De posse da “URL” ou do link específico da postagem (com a numeração do usuário (id), página ou postagem) era possível mover ação para identificação da pessoa por trás da ofensa, bem como para remoção do conteúdo.

Porém, no Whatsapp, vítimas de crimes na Internet sofrem com um agravante: a mensagem com conteúdo inverídico corre de celular para celular, ponto a ponto, ou é postada em grupos que sequer a vitima faz parte ou conhece, sendo que muitas vezes não tem como especificar o “local” em que o conteúdo foi compartilhado, dentro do serviço, quanto mais precisar “qual” telefone realizou a postagem inicial.

Os tempos são outros. Se antes a vítima comparecia à polícia ou a um escritório de advocacia com cópias das postagens, hoje comparece informando que “ouviu dizer” que em algum no lugar no WhatsApp suas fotos ou vídeos em situação íntima estão circulando.

E o cenário se ultraja, pois com a Lei 12.965/2014, o Marco Civil da Internet, nos termos do seu art. 21, o provedor deverá indisponibilizar, tão logo notificado extrajudicialmente, o conteúdo envolvendo imagens, vídeos ou outros materiais contendo cenas de nudez ou de atos sexuais de caráter privado em relação a vítima, sob pena de ser responsabilizado. Por outro lado, esta notificação deverá ter elementos que permitam a identificação específica do material apontado como violador da intimidade. Mas como identificar?

Neste contexto, algumas orientações e procedimentos simples podem auxiliar aqueles que tiveram problemas com o uso indevido do WhatsApp para a divulgação de conteúdo íntimo:

1. Converse com quem viu a mensagem ou que participa do grupo referido e verifique se podem transmitir o conteúdo ou ao menos indicar os nomes dos grupos, nomes ou números telefônicos das pessoas responsáveis pelo conteúdo ofensivo; Lembrando que se conseguir entrar no grupo, só verá as mensagens posteriores ao ingresso;

2. Tenha em mente que o nome que aparece em um contato pode ser fantasiado, então, busque pelo número de telefone utilizado pelas mensagens; Embora com certeza usuários e grupos tenham um “ID” na aplicação, ao contrário de outras redes sociais, tal dado não é exibível ao público;

3. Se algum amigo recebeu o conteúdo, ele pode fazer um backup da conversa e remeter para um e-mail ou mesmo lhe remeter o conteúdo; Se algum conhecido é participante do grupo, ele pode extrair uma lista de todos os participantes;

4. Você não vai conseguir pesquisar por repositório de grupos na Internet e só consegue entrar em um grupo se te adicionarem – O que é bem diferente das redes sociais convencionais; Por outro lado, considere o Google na busca por pessoas mencionando o grupo no Whatsapp;

5. Uma pessoa pode estar cadastrada no Whatsapp com um numero que não mais detém ou (em casos específicos) de terceiros; Cuidado em tomar conclusões precipitadas. Converse com um perito digital; Jamais processe alguém por achismo ou presunção;

6. Registre todo o material envolvendo o conteúdo ofensivo, se necessário lavre uma ata notarial, onde um cartório irá constatar que acessando a aplicação pelo usuário x, na data e hora y, obteve acesso ao conteúdo ilegal;

7. É um erro processar a operadora de telefonia ou provedor de Internet para que forneça dados de um usuário do Whatsapp; Embora o WhatsApp atue com números telefônicos (como ID na aplicação), cada usuário faz um cadastro independente no sistema. O provedor de conexão deverá ser acionado após a vitima descobrir o Ip ou os dados do telefone do responsável;

8. No pedido de dados de acesso a aplicação, solicite também os números telefônicos cadastrados e o IMEI (número de série do equipamento) (O WhatsApp registra esta informação);

9. De posse dos dados cadastrais do responsável pela publicação do conteúdo (após fornecimento dos dados pelo provedor de conexão ou telefonia), pode ser o caso da determinação judicial de uma busca e apreensão do equipamento celular para verificar se o conteúdo lá se encontra, podendo os chats serem recuperados mesmo após a exclusão;

10. Ordem judicial específica poderá requerer o extrato das comunicações feitas de um usuário WhatsApp para outro.

Com estas orientações e medidas a vítima minimizará a dificuldade de apuração da autoria de um crime virtual cometido na plataforma, lembrando que, embora o WhatsApp declare em seus termos que está sob a Lei da Califórnia, ao tratar informações de brasileiros, deve oferecer foro no Brasil para resolução de litígios e principalmente, está obrigado, pelo Marco Civil da Internet, a guardar os registros de acesso a aplicação por 6 (seis) meses. Portanto, a vitima deve agir rapidamente.

José Milagre Advocacia Blog José Milagre

VEJA A ENTREVISTA DOS JOVENS, SEM PRECONCEITO, SEM DISCRIMINAÇÃO, QUE REPUDIAM QUALQUER TIPO DE AGRESSÃO.

Prestigiem o projeto desses jovens maravilhosos, cabeça aberta, mente sã em corpo são, se a mente está Sã o corpo também está são, essa é a verdadeira base de uma sociedade equilibrada, temos que investir nos jovens nas crianças que são os alicerces de uma sociedade sem guerra, sem conflitos por que são esses jovens, essas crianças de hoje que vão educar os adultos do presente, que ainda adotam métodos primitivos tais como bater em mulheres, agressão física com qualquer ser humano. Parabéns Jovens pelo belíssimo projeto “BORA PAPEAR” todos os domingos a partir das 14h na Praça Flórida, em Peruíbe – Est de São Paulo esses lindos jovens se reúnem para discutir projetos que sejam humanizados para os cidadãos de bem, da cidade de Peruíbe.

POSTADO PELA EQUIPE DO BOCA DE RUA

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