Advogado de Peruíbe, Dr. Enio de Moraes Pestana Junior, é condenado por dirigir alcoolizado.

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ENIO DE MORAES PESTANA JUNIOR, advogado conhecido por ser polêmico na cidade de Peruíbe, Litoral Sul de São Paulo, por ser um dos lideres do movimento partidarista USINA NÃO e criador de um grupo no WhatsApp de nome Raízes, tendo como componentes do grupo a fina flor da política da cidade, a Nata da política de Peruíbe, foi condenado ao cumprimento das penas de 07 meses de detenção em regime inicial aberto, que fica substituída por uma pena restritiva de direitos, consistente em prestação de serviços à comunidade, na cidade de Peruíbe, por dirigir alcoolizado.

Segundo a sentença da Excelentíssima juíza Dra. CHRISTIENE AVELAR BARROS COBRA, o que agravou a sua decisão foi o advogado ter colocado em risco a vida de duas pessoas(art. 298, I, CTB).

O advogado chegou a ser algemado em razão do seu descontrole.

VEJA ALGUMAS LAUDAS DA SENTENÇA QUE MERECE SER DE CONHECIMENTO DA POPULAÇÃO DE PERUÍBE.

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……E, no caso dos autos, o fato de dirigir embriagado restou comprovado, sendo que ainda cabe recurso em Instâncias superiores.

Ademais, os efeitos do álcool sobre a capacidade psicomotora do réu ficaram demonstrados pelos depoimentos dos policiais, que foram categóricos no sentido de que havia anormalidade no comportamento do réu, além de olhos vermelhos e falta de equilíbrio…..

A juíza também entendeu que o Dr. Ênio arrolou testemunha à seu favor para colocar em descrédito a atuação dos policiais militares com fé pública.

……Em que pese tenha o réu arrolado testemunhas com nítido intuito de colocar em descrédito a atuação dos policiais que efetuaram a sua abordagem e prisão, não alcançou tal intento, pois nenhuma delas assegurou isso …..

VEJA OS TESTEMUNHOS QUE LEVARAM A CONDENAÇÃO DO DR. ÊNIO.( transcrição ) .

…..A testemunha Paulo Henrique de Lara, policial militar, disse que foram acionados pela sogra do réu para atender uma ocorrência de desinteligência dele e da esposa. Disse que o casal saiu numa moto, empreendendo fuga em alta velocidade, de modo que não conseguiam alcançá-lo. Que não sabe precisar a velocidade que imprimia. Mas que o réu acabou caindo da moto, o que o depoente viu. Que o réu aparentava embriaguez, pois se apresentava arrogante, agressivo, com olhos vermelhos e com falta de equilíbrio. Que o depoente e nenhum dos outros policiais agrediram o réu. Que já conhecia o réu de vista. Que o Sargento Nascimento era bastante rigoroso com regras de trânsito e não sabe se ele tinha algo pessoal contra o réu (mídia à fls. 137)…..

A testemunha Alexandre da Silva Gomes, também policial militar, trouxe depoimento no mesmo sentido. Acrescentou que o réu se recusou de pronto a fazer o teste do bafômetro, mas que apresentava forte odor etílico, falta de equilíbrio e agressividade. Que o réu dirigia em velocidade excessiva, tanto que chegaram a perdê-lo de contato visual. Tanto que na viatura que estava, conseguia imprimir velocidade de cerca de 160 km/h, sendo certo ainda que a viatura que estava entre a dele e a motocicleta do réu conseguia dirigir a uma velocidade ainda maior….

O crime que Ênio cometeu foi esse e por isso foi condenado:

Art. 306. Conduzir veículo automotor com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool ou de outra substância psicoativa que determine dependência: (Redação dada pela Lei nº 12.760, de 2012).

AO FINAL A JUÍZA DECIDIU :

Ante o exposto, JULGO PARCIALMENTE PROCEDENTE a pretensão punitiva para CONDENAR o réu ENIO DE MORAES PESTANA JUNIOR, qualificado nos autos, por infração ao artigo 306 do Código de Trânsito Brasileiro ao cumprimento das penas de 7 meses de detenção, em regime inicial aberto, que fica substituída por uma pena restritiva de direitos, consistente em prestação de serviços à comunidade, nos termos e local a serem fixados pelo Juízo da Execução; ao pagamento de 11 dias-multa, cada um equivalente a um trigésimo do salário-mínimo vigente ao tempo do fato delituoso, e suspensão de habilitação para conduzir veículo automotor pelo prazo de 2 meses e 10 dias….

A EQUIPE DO BOCA DE RUA AO RECEBER ESSA INFORMAÇÃO, DE MANEIRA ANÔNIMA, PROCUROU O ADVOGADO.

Como o BOCA DE RUA é pautado na verdade da informação, sem maquiagem, essa jornalista foi ouvir o lado do acusado, pelo que o mesmo ficou revoltado e visivelmente nervoso, respondendo com indelicadeza e total desrespeito, alguns questionamentos da imprensa livre, sem rabo preso, que ensejou até uma ameaça do Doutor para com essa jornalista, senão vejamos como foram algumas respostas de cunho extremamente agressivo.

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É dessa maneira que esse polêmico advogado dispensa tratamento a Imprensa que prima pela verdade dos fatos, sempre ouvindo os dois lados, por questão de respeito a ambas as partes, ocorre que a Jornalista foi, por esse nobre advogado, desrespeitada ao receber tratamento vil, questionando se a JORNALISTA DORMIA COM ELE…….????, total falta de ética e respeito a pessoa da comunicação e a Imprensa de maneira geral, pelo que REPUDIO COM VEEMÊNCIA A POSTURA DESSE NOBRE CAUSÍDICO.

POSTADO PELA EQUIPE DO BOCA DE RUA

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